Dilma fala por 13 horas, reforça tese do golpe e agora espera desfecho do Senado

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Foi uma longa segunda-feira para a presidente afastada Dilma Rousseff. Com paciência e disposição, ela fez a sua defesa no julgamento final do Senado ao responder o questionamento de 48 senadores e mais dos autores do pedido de impeachment.
Procurou reforçar que é vítima de um golpe parlamentar e “apontou o dedo” para ex-aliados que ela diz, hoje, fazerem parte de um esquema para “usurpar o poder à força”. Citou claramente Eduardo Cunha e Michel Temer.
A sessão de julgamento será reaberta às 10 horas desta terça-feira, dia de 30 de agosto. Os 81 senadores podem falar por 10 minutos sobre o processo de impeachment. O presidente do STF, Ricardo Lewandowski, abrirá depois para votação.
A expectativa é de uma sessão de 17 horas. O resultado do julgamento deve sair na madrugada desta quarta-feira, dia 31 de agosto. O impeachment de Dilma Rousseff é aprovado  se tiver o apoio de 54 dos 81 senadores.

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