Secretario da Saúde do Estado destaca desafios para o setor em 2017

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O secretário de Saúde do Estado, Henrique Javi, mostra preocupação com o surto de doenças que atingem a Capital e municípios do interior cearense.  Enquanto o sarampo foi erradicado no Ceará, no ano passado, há problemas relacionadas a febre amarela, dengue, Zika e Chikungunya. “É fundamental a participação da população para ajudar a combater a proliferação do mosquito transmissor. Temos lutado para que a rede de atendimento de saúde esteja pronta para atender todos os casos”, disse.
A superlotação das principais unidades hospitalares no Estado é outro desafio para o Governo Estadual. As centrais de regulação em trabalho paralelo com os municípios é um caminho para evitar as macas nos corredores dos hospitais. “É o caso do Hospital Geral de Fortaleza, que enfrenta o problema de lotação, mas com casos de alta complexidade”, afirmou Henrique Javi.
No balanço das ações de saúde, Henrique Javi mostra o esforço para enfrentar dificuldades com o financiamento público. Hoje, 75% dos recursos gastos no Ceará são dos cofres estaduais. O restante vem do Sistema Único de Saúde.
O Hospital Regional do Sertão Central, em Quixeramobim, por exemplo, passou um ano para iniciar o funcionamento após inaugurado por causa da falta de verba para custeio. “Os serviços na unidade já começam a apresentar os resultados previstos no cronograma”, disse Henrique Javi.

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