Sob fogo cerrado da oposição, Eunício Oliveira é favorito para assumir a Presidência do Senado

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Na quarta-feira, dia primeiro de fevereiro, também será escolhido o novo presidente do Senado Federal em substituição a Renan Calheiros, do PMDB de Alagoas. E o favorito é o senador cearense Eunício Oliveira, também um dos caciques do PMDB. Aliado do presidente Michel Temer, Eunício está sob fogo cerrado da oposição.

Ele foi citado em uma delação da Lava Jato, que menciona um repasse de R$ 5 milhões para sua campanha ao Governo do Estado, mas ainda não responde a inquérito.

No último fim de semana, o Estadão publicou matéria em que denuncia ampliação da fortuna de Eunício nos últimos anos em contratos firmados com a União. Vale lembrar, que Eunício foi aliado de Dilma Rousseff, antes dela cair em desgraça na relação com o Congresso. A reportagem traz que duas das principais empresas do senador cearense possuem negócios de R$ 703 milhões com bancos estatais: a Confederal e a Corpvs, que prestam serviços de vigilância, limpeza e transporte de valores, e integram a holding Remmo Participações, na qual o senador tem 99% de controle.

Inimigo de primeira linha dos irmãos Ciro e Cid Ferreira Gomes no Ceará, Eunício tem muito a ganhar se chegar à Presidência do Senado. No entanto, está com imagem atrelada ao projeto de Temer no Planalto. Se Temer fracassar ou cair, Eunício também perderá junto.

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