STF deve vetar efeito cascata da proposta de aumento feita pelo MPF

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A iniciativa dos Procuradores da República, que aprovaram uma proposta orçamentária para 2018 com previsão de reajuste de 16,38% para os membros da carreira continua repercutindo mal. No Supremo Tribunal Federal, há resistência da ministra Cármen Lúcia, em incluir também o reajuste no orçamento da Corte.
Os ministros do Supremo vão votar sua proposta orçamentária no dia 9 de agosto, em reunião administrativa. A tendência é que a proposta levada ao plenário não preveja reajuste para os magistrados no ano que vem.
Na terça-feira passada, o Conselho Superior do Ministério Público Federal incluiu, a pedido da futura procuradora-geral, Raquel Dodge, a previsão de reajuste no orçamento da instituição. A proposta original, feita pela equipe do atual procurador-geral, Rodrigo Janot, não contemplava o aumento.

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