Cresce a pressão sobre Temer por uma reforma ministerial ainda em novembro

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A base aliada aumenta a pressão sobre o presidente Michel Temer. Quer cargos e mais cargos. E também quer ministérios. Após conseguir barrar a segunda denúncia contra ele na Câmara, Temer iniciou a retirada de cargos destinados aos aliados “traidores” que votaram a favor das investigações.

Líderes do chamado Centrão no Congresso, que são os partidos de menor porte, estão de olho nos cargos e exigem agora ministérios. E exigem pressa. Avisaram ao Palácio do Planalto que não vão aceitar o adiamento da reforma ministerial para março ou abril de 2018.

E a moeda de trunfo é a seguinte. Se Temer não ceder à pressão, o Centrão promete derrotar o Governo Federal em votações até de medidas provisórias no plenário da Câmara dos Deputados. Como era esperado, Michel Temer virou refém dos parlamentares comprados com emendas e benefícios.

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