Após reforma trabalhista, instituições adotam novo modelo de contratação

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A reforma trabalhista está em vigor no País e começa a gerar efeitos na forma de empresas e instituições de ensino lidarem com seus funcionários. Quase um mês após a entrada em vigor das novas regras trabalhistas, o grupo de ensino superior Estácio, que atua em vários estados, inclusive no Ceará, decidiu demitir 1.200 professores. A instituição tem cerca de 10 mil docentes em todo o Brasil.

E qual é o objetivo? Novos profissionais serão recontratados para substituir os dispensados sob o modelo trabalhista renovado. A empresa diz que lançou “um cadastro reserva de docentes para atender possíveis demandas nos próximos semestres, de acordo com as evoluções curriculares”.

A nova lei trabalhista formalizou o trabalho intermitente, permitindo que as empresas criem um banco de funcionários que podem ser acionados quando houver demanda. O pagamento é proporcional ao tempo dedicado.

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