Comando da 10a Região Militar promete dar resposta no caso do furto de munições

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O caso do furto de munições 7.62 do Exército Brasileiro retiradas do paiol da 2ª Companhia de Suprimentos, em Maranguape, é muito sério. O comando da 10ª Região Militar, responsável pelos estados do Ceará e Piauí, lançou nota oficial para afirmar que instaurou Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar o caso e punir os responsáveis. Os cartuchos calibre 7.62 podem ser utilizados em armas como o Fuzil Automático Leve (FAL) e o AR-15 e furam até blindagem.

Por enquanto, dois soldados estão detidos e são apontados como os autores do furto. O mais grave é que a munição estaria sendo comercializada pelos soldados para a facção Guardiões do Estado (GDE), que trava uma guerra com o Comando Vermelho (CV). Estes confrontos são apontados como o principal motivo para o crescimento assustador de homicídios no ano passado no Ceará, com mais de cinco mil mortes.

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