Abastecimento da Ceasa vai retornando ao normal. Fiec aprova paralisação, mas alerta para a necessidade de retornar ao trabalho

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Os efeitos da greve dos caminhoneiros ainda atingem a Ceasa, em Maracanaú. O Centro de Distribuição funciona com 40% da capacidade, após a chegada de caminhões com produtos vindos de três estados.

Nas rodovias, a quarta-feira, dia 30 de maio, foi de enfraquecimento dos pontos de bloqueios promovidos pelos caminhoneiros. Segundo as Polícias Rodoviárias Federal e Estadual, não há mais bloqueios de 100% no Ceará. Apenas protestos e caminhões parados no acostamento em BRs e CEs.

O presidente da Federação Cearense das Indústrias, Beto Studart, emitiu nota onde elogiou o movimento dos caminhoneiros, mas alertou para a necessidade da categoria retornar ao trabalho para não prejudicar ainda mais a população.

“O movimento teve o mérito de trazer de volta a discussão sobre o nosso modelo de Estado, sobre o qual se faz urgente uma reforma tributária e, fundamentalmente, a reforma fiscal, reduzindo as despesas, eliminando mordomias e excessos que devastam as finanças públicas e a moralidade brasileira, enfim, diminuindo o tamanho do Estado”, disse Beto Studart.

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