A conta da paralisação dos caminhoneiros começa a ser cobrada do contribuinte

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Para quem pensa que os prejuízos da greve dos caminhoneiros já acabaram, está enganado. Agora, a conta ainda vai ser paga pelo contribuinte. As alterações nos valores dos fretes vão refletir no reajuste de preços de vários produtos. A própria regulação dos estoques já provocou o acréscimo de valores em diversos itens alimentícios em centros de distribuição e supermercados.

Outro prejuízo anunciado é o corte de recursos do Governo Federal. O Diário Oficial da União, na edição extra desta quinta-feira, dia 31 de maio, trouxe medida provisória que estabelece o cancelamento dotações orçamentárias em diversas áreas, como programas de fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS), concessão de bolsas, aquisição de áreas para a reforma agrária e policiamento de rodovias, entre outras.
No total, foram extintas despesas que somam R$ 1,2 bilhão. A meta é viabilizar recursos para o programa de subsídio do óleo diesel, que manterá preços fixos do combustível até o fim do ano.

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