Segue impasse quanto a proposta do Governo Federal em tabelar preço do frete

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Setores produtivos cearenses contabilizam prejuízos com o tabelamento do frete, proposto pelo Governo Federal após a greve dos caminhoneiros. Na avaliação dos empresários e transportadores, o tabelamento pode gerar aumento nos valores dos produtos.
Governo Federal, transportadoras e caminhoneiros ainda não entraram em entendimento quanto ao tabelamento do frete no País. Os valores sugeridos pelo Planalto não agradaram nem aos empresários, nem aos transportadores, que defendem a livre concorrência no valor do frete.
O impasse se deve à diferença do que a pago pelo transporte de cargas entre as regiões. Enquanto um carregamento vindo do Sul ou Sudeste do País até o Nordeste custa em torno de R$ 17 mil reais. O mesmo caminhão com outra carga no sentido inverso não consegue um frete superior a R$ 6 mil e 500 reais. De acordo com o setor produtivo, o tabelamento proposto pelo Governo não resolve o problema de quem está no Nordeste.
O valor médio do frete, de acordo com o que foi sugerido pelo Governo Federal, é de R$ 11.500 reais. Um valor considerado alto pelo setor produtivo nos estados nordestinos.

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