Tentativa de libertar Lula esquenta ainda mais o cenário eleitoral

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O clima de decepção foi grande entre petistas e simpatizantes do ex-presidente Lula após a suspensão de sua soltura pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 4a Região, Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz.
Todo o impasse jurídico começou após a determinação do desembargador Rogério Fraveto de libertar Lula. O magistrado chegou a emitir três despachos determinando que isso ocorresse ainda no domingo, dia 8 de julho. Mas a decisão foi contestada, primeiramente, pelo juiz Sergio Moro e, depois, pelo relator da Lava Jato no TRF4, juiz federal Gebran Neto.
O episódio da soltura envolveu uma série de descumprimento de decisões judiciais, desobediência entre magistrados de segunda e primeira instâncias e a consequente politização do caso. Quem é contra Lula defendendo a manutenção dele na prisão e quem é favor querendo a sua liberdade.

São efeitos do início da campanha eleitoral. Lula é líder nas pesquisas eleitorais e o PT sustenta a bandeira da sua candidatura contra a avaliação de juristas que alegam a Lei da Ficha Limpa como impedimento.

O fato é que o episódio de domingo é apenas mais um capítulo dessa novela que tem muito ainda a render até outubro.

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