Ciro e Haddad buscam ganhar espaço e crescer nas pesquisas

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A tarefa de Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT) têm sido contrapor o discurso de Jair Bolsonaro (PSL) e seus aliados nas ruas, atos públicos, redes sociais e em entrevistas. Ciro Gomes não tem dispensado críticas a oficiais militares que apoiam o presidenciável do PSL.

Declarações de Ciro Gomes sobre a interferência dos militares na política provocaram mal-estar na cúpula do Exército esta semana.

Em sabatina do jornal O Globo na quarta-feira, dia 12 de setembro, no Rio de Janeiro, Ciro criticou uma entrevista do comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, na qual o militar afirmou que o próximo presidente poderá ter sua legitimidade questionada por adversários. “No meu governo, militar não fala em política. Ele estaria demitido e provavelmente pegaria uma cana. Ele está fazendo isso para tentar calar a voz das cadelas no cio que estão se animando”, disse Ciro.

Enquanto isso, Fernando Haddad estuda com o PT uma estratégia para aproveitar os últimos 23 dias de campanha. Além de concentrar as visitas em estados do Sudeste e Nordeste, a campanha do petista vai desencadear uma estratégia para incentivar o voto casado nos estados que há candidaturas competitivas a governador. Como é o caso de Camilo Santana, no Ceará. Estão previstos, pelo menos, mais duas visitas de Haddad ao Estado no primeiro turno.
A ideia é reforçar a tese do alinhamento político entre os governos federal e estadual e apresentar o nome de Fernando Haddad como futuro parceiro dos governadores aliados.

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