Alianças partidárias começam a ser definidas para o 2° turno presidencial

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Partidos que perderam na corrida presidencial no 1° turno começam a escolher de que lado vão ficar no 2° turno. Se do lado de Haddad, do PT, ou Bolsonaro, do PSL. Alguns também devem adotar a neutralidade.

O PSDB, por exemplo, não vai tomar partido. Geraldo Alckmin, que foi candidato à presidência, anuncia a neutralidade e libera as lideranças do partido para fazerem suas escolhas.

O PDT de Ciro Gomes deve optar por um “apoio crítico” ao petista Fernando Haddad. O PSB e o PSOL também definiram o apoio à candidatura de Haddad.

O PRTB compõe a coligação do partido de Bolsonaro, enquanto PC do B e Pros compõem a coligação de Haddad. No Pros do Ceará, no entanto, os recém-eleitos Capitão Wagner (deputado federal) e Eduardo Girão (senador) apoiam Bolsonaro.
O Podemos, que lançou Álvaro Dias, e o PV, que lançou Marina Silva, ainda não definiram de que lado vão ficar.

O MDB, presidido pelo senador Romero Jucá (RR), que perdeu a reeleição, deve liberar a bancada. O mesmo farão o Novo, PP, PR, PPS, DEM e Solidariedade.

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