Prática de utilizar “fake news” tem feito a diferença na hora de enganar eleitores

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem sido complacente com a prática de “fake news” no processo eleitoral. Na corrida presidencial, a candidatura de Fernando Haddad (PT) deve ser a mais prejudicada. As postagens chegam a ser absurdas e são compartilhadas em velocidade com a ajuda, provavelmente, de “robôs virtuais.

A coligação “O Povo Feliz de Novo” entrou com representação junto ao Tribunal Superior Eleitoral, mas muitas publicações demoram a ser retiradas do ar. Muitas delas foram “sacadas” ainda no 1° turno.

É de se lamentar que se use de mentiras para convencer qualquer eleitor a votar em um determinado candidato. E o pior: há cabos eleitorais que, mesmo tendo consciência que aquela informação é mentirosa, trata de compartilhar para prejudicar o adversário.

É bom lembrar que esta prática é criminosa. Em caso de identificação, o autor ou quem compartilha pode responder na Justiça pelo ato delituoso.

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