Se depender da “boa vontade” do Congresso, a Reforma da Previdência ficará para 2019

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A passagem do presidente eleito Jair Bolsonaro por Brasília nesta terça-feira, dia 6 de novembro, deixou claro que não será fácil colocar em prática a ideia de colocar a Reforma da Previdência para ser votada ainda na atual legislatura da Câmara dos Deputados e de parte do Senado.

Apesar de todos os apelos do futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, pedindo uma “prensa” no Congresso Nacional, a repercussão entre os parlamentares não foi das melhores. O presidente do Senado, Eunício Oliveira, foi bastante incisivo. “A reforma tem que ser encaminhada pelo presidente eleito, por sua equipe, traduzindo qual o sentimento que vem das ruas”, afirmou Eunício, lembrando o curto prazo restante de atividades legislativas em 2018, cerca de um mês e meio.

O presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, foi no mesmo tom. Para Maia, também é provável que a reforma da Previdência seja votada apenas em 2019.

Ou seja, Bolsonaro e seu grupo não terão vida fácil com o Legislativo. E lembrando que a partir de 2019, novos deputados e senadores assumem suas cadeiras.

 

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