Substituto de Sérgio Moro deve ser definido no prazo de até um mês

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Depois de ser escolhido para ser ministro da Justiça e passar a compor a equipe de transição do governo Jair Bolsonaro, o juiz Sergio Moro foi exonerado da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba, nesta sexta-feira, dia 16 de novembro, pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), desembargador Thompson Flores.

A cadeira do juiz da Lava Jato fica vaga até a conclusão do concurso de remoção, cujo edital deverá ser publicado nos próximos dias no Diário Oficial da União. A saída de Moro será válida a partir da próxima segunda-feira, dia 19 de novembro.
O processo de seleção para o substituto de Moro deve durar cerca de um mês. Até lá, os processos serão conduzidos pela juíza substituta de Moro, Gabriela Hardt, que na quarta-feira, dia 14 de novembro, interrogou o ex-presidente Lula na ação penal do sítio de Atibaia (SP), na qual o petista é réu por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O líder do PT na Câmara dos Deputados, deputado federal Paulo Pimenta (RS), acusa Sérgio Moro de protagonizar uma “gambiarra jurídica” quando solicitou férias ao aceitar  o convite para o Ministério de Bolsonaro. Segundo o petista, ao oficializar a saída menos de 48 horas após o interrogatório do ex-presidente Lula no âmbito do processo do sítio de Atibaia (SP), o ex-juiz “manteve o controle do caso” por meio da juíza substituta da 13ª Vara Federal, Gabriela Hardt.

 

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