Denúncia de movimentações financeiras ilegais atinge Família Bolsonaro

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Os jornais “Estadão” e “Folha” deram espaço nos últimos dois dias à denúncia de uma possível movimentação financeira ilegal da família do presidente eleito Jair Bolsonaro. O assessor parlamentar, motorista e segurança de Flávio Bolsonaro, o policial militar Fabrício José Carlos de Queiroz, fez movimentações de RS 1,2 milhão em sua conta bancária no período de um ano. Incompatíveis com o salário dele, o que levantou suspeitas do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

Um relatório do órgão apontou que uma das transações de Queiroz é um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama Michele Bolsonaro.

A filha do PM, Nathalia Melo de Queiroz, era assessora do deputado federal e presidente eleito Jair Bolsonaro e também aparece, segundo o relatório, com uma movimentação de R$ 84 mil. Tanto ela, como o pai, foram exonerados dos respectivos gabinetes no mesmo dia 15 de outubro, entre o primeiro e o segundo turnos da eleição.

O presidente eleito Jair Bolsonaro ainda não deu esclarecimentos sobre o fato. No entanto, os desdobramentos do caso vão obrigar que os fatos sejam explicados para evitar ainda mais especulações.

Se já não bastasse isso, o presidente eleito se vê na obrigação de “apagar outro incêndio” no próprio partido: o PSL. Parlamentares travam uma briga interna por cargos no Governo ou posições de destaque no Congresso. Bolsonaro marcou uma reunião com a bancada na próxima semana pra tentar acalmar os ânimos. Clima quente para um Governo que ainda nem assumiu.

 

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