Com indefinições na extrema-direita, pesquisa Atlas aponta tendência de reeleição de Lula no 1° turno em 2026. Aprovação do Governo Federal sobe para 51,2%

  • 24/10/2025

Diante de um cenário de indefinições na extrema-direita, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a liderança em todos os cenários de 1° e 2° turnos para as eleições presidenciais de 2026, de acordo com pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira, dia 24 de outubro. O levantamento ouviu 14.063 pessoas entre os dias 15 e 19 de outubro e tem margem de erro de um ponto percentual, para mais ou para menos.

Lula tem  ampla vantagem de Lula tanto sobre adversários da direita quanto do centro. No primeiro turno, o presidente aparece com 51,3% das intenções de voto, seguido pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 30,4%. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), soma 6%.

Em outro cenário, Lula atinge 51%, contra 26,2% da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), enquanto Caiado sobe para 9,1%. Em uma terceira simulação, o presidente mantém os 51%, com Caiado chegando a 15,3%, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), registrando 10,6% e o governador do Paraná, Ratinho Jr. (PSD), 10,4%.

O estudo também testou um cenário sem a presença de Lula. Nesse caso, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), teria 43,1% das intenções de voto, contra 30,1% de Tarcísio e 7% de Caiado. Resultado que mostra a força do campo lulista mesmo sem o presidente na disputa.

Em cenários de 2° turno, Lula chega a 52% das intenções de voto em disputas contra Tarcísio de Freitas (44%), Michelle Bolsonaro (43%) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (44%). Contra Romeu Zema, Lula vence por 52% a 35%; diante de Ronaldo Caiado, por 52% a 36%; e, frente ao governador do Paraná, Ratinho Jr., por 51% a 37%.

O levantamento da AtlasIntel, em parceria com a Bloomberg, mostrou ainda que 51,2% dos brasileiros avaliam positivamente o desempenho do Governo Lula, enquanto 48,1% o desaprovam. Apenas 0,6% dos entrevistados afirmaram não saber como opinar sobre o tema.